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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

DO PÊSAME AO PARABÉM

 
O ecossistema é a morte;

Ele nos deixa atados em nós.

Já não quero mais ser tão forte

Queremos apenas estar a sós.



Cada vez que caímos,

Cansa a subida do degrau

Essa ferida maldita nos sentidos

Acaba germinando em nós a semente do mal.



Parecia mais simples a vida

Quando não a conhecíamos bem

Eu cultivo o desânimo, a mágoa distorcida,

Do pêsame ao parabém.



Tenho me sentido exausto

Nesse complexo sistema de coisas,

Nas tarefas diárias,

Nos compromissos firmados,

Na semana que não acaba,

No preenchimento do meu diário,

Naquilo que deixamos pra trás.

Não importa mais!...



O ecossistema é a morte

E eu sinto sempre uma tristeza atroz.

Eu sei que preciso de um norte

Mas não sei o que virá logo após!


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